Antes era de brincadeira... hoje é brincadeira, heim??
Nossa senhora... hoje, quando estava me forçando a criar algum texto pra estrear meu blog, eu estava lendo um artigo em um jornal local que me deu um estalo!
"Tanto fizeram que conseguiram"
O descrédito e o preconceito sobre a política deste país chegou ao ponto de uma eleição para presidente, em ano de copa do mundo, não chegar a inspirar as pessoas a levantarem a bandeira de um ou outro candidato, nem ao menos debater sobre o assunto com um vizinho.
O povo, a essa altura, pensa: "ah... e eu lá vou gastar saliva pra fazer propaganda pra bandido?".
É tanta safadeza, tanta decepção tanta sujeira que o povo perdeu o resto da esperança que ainda restava depois de 17 anos de eleições diretas.
Quem não se lembra daquelas carreatas enormes, repletas de gente cheia de alegria pensando: "Esse cara vai mudar a nossa vida. Ele vai salvar este país". Um monte de gente gritando: "Vote Afif 22!!"; "Lá lá lá lá lá lá Brizoooolaaaaa"; "Bote fé no Velhinho"; "Afonso Camargo, é PTB"; "É o 23, com Silvio Santos chegou a nossa vez"... opa... ele foi impugnado, assim como o Marronzinho... Tinha gente dando tiro pra tudo quanto é lado, mas, de um jeito ou de outro, acreditava que havia uma mudança por vir e que esse ou aquele era o cara! Eu tinha 9 anos. Colecionava adesivos de candidatos. E mesmo pequeno, sentia a vibração. Hoje, muitos anos e muitas pancadas na cabeça depois, vejo e sinto no ar, um desgosto na galera... "que merda... lá vou eu, ter que votar de novo".
Aí os intelectuais de plantão, políticos e jornalistas vem com aquela conversa mole de: É nossa culpa, nós não sabemos votar!!
Oras, quem não sabe votar é a mãe deles! Culpa nossa é o baralho, cacete! Culpa nossa seria se pudéssemos ir lá, cobrir essa galera de porrada e limpar o congresso com as próprias mãos e, mesmo assim, não o fizéssemos. Aí sim poderiam abrir a boca pra culpar ou não a nós, cidadãos.
Por isso eu digo... há duas utopias que seriam ideais para esse Brasil, dadas as circunstâncias...
Estado totalitário, tirano e justo ou ANARQUIA.
Quem diria...
qdo eu era pequeno, era tudo uma brincadeira pra mim... adesivos, santinho, cartazes, coleções...
Hoje eu cresci... leio as revistas e jornais e penso... "É brincadeira um negócio desses..."
"Tanto fizeram que conseguiram"
O descrédito e o preconceito sobre a política deste país chegou ao ponto de uma eleição para presidente, em ano de copa do mundo, não chegar a inspirar as pessoas a levantarem a bandeira de um ou outro candidato, nem ao menos debater sobre o assunto com um vizinho.
O povo, a essa altura, pensa: "ah... e eu lá vou gastar saliva pra fazer propaganda pra bandido?".
É tanta safadeza, tanta decepção tanta sujeira que o povo perdeu o resto da esperança que ainda restava depois de 17 anos de eleições diretas.
Quem não se lembra daquelas carreatas enormes, repletas de gente cheia de alegria pensando: "Esse cara vai mudar a nossa vida. Ele vai salvar este país". Um monte de gente gritando: "Vote Afif 22!!"; "Lá lá lá lá lá lá Brizoooolaaaaa"; "Bote fé no Velhinho"; "Afonso Camargo, é PTB"; "É o 23, com Silvio Santos chegou a nossa vez"... opa... ele foi impugnado, assim como o Marronzinho... Tinha gente dando tiro pra tudo quanto é lado, mas, de um jeito ou de outro, acreditava que havia uma mudança por vir e que esse ou aquele era o cara! Eu tinha 9 anos. Colecionava adesivos de candidatos. E mesmo pequeno, sentia a vibração. Hoje, muitos anos e muitas pancadas na cabeça depois, vejo e sinto no ar, um desgosto na galera... "que merda... lá vou eu, ter que votar de novo".
Aí os intelectuais de plantão, políticos e jornalistas vem com aquela conversa mole de: É nossa culpa, nós não sabemos votar!!
Oras, quem não sabe votar é a mãe deles! Culpa nossa é o baralho, cacete! Culpa nossa seria se pudéssemos ir lá, cobrir essa galera de porrada e limpar o congresso com as próprias mãos e, mesmo assim, não o fizéssemos. Aí sim poderiam abrir a boca pra culpar ou não a nós, cidadãos.
Por isso eu digo... há duas utopias que seriam ideais para esse Brasil, dadas as circunstâncias...
Estado totalitário, tirano e justo ou ANARQUIA.
Quem diria...
qdo eu era pequeno, era tudo uma brincadeira pra mim... adesivos, santinho, cartazes, coleções...
Hoje eu cresci... leio as revistas e jornais e penso... "É brincadeira um negócio desses..."

2 Comments:
Tá triste mesmo a situação.
Você não opinou no meu texto por que é burro.
O assunto principal não era a taxa de juros, e sim a transferência de lucros dos juros para as tarifas.
Tivemos um transmimento de pensassão.
Também escrevi sobre o que você escreveu.
falou
Pois é.
Hoje fui à Água Mineral.
Notei bem isso que voce diz no texto.
Não há bandeiras, entusiasmo.
As pessoas parecem envergonhadas em defender qualquer candidato.
Post a Comment
<< Home